O improvável OU
Nasce um cavaleiro em corpo d'ouro
Entrando no reino do impossível choro
Para liderar uma mudança tosca
No jeito louco de se falar do morro
Estereótipo do ser culto esnobe
Escarafunchando verbetes punks
Para destilar sua verborragia
Em um estridente ecoar de serra
O incauto ouvido de quem o escuta
Ou encantado ou revoltado externa
Acreditar que o arcaico existe
É filosofar sobre anjo e sexo
A rejeição que aqui se espera
Será a porta que o põe pra fora
Ou a espada que defende os fracos
Na incredulidade de quem faz novela




